Lado B - Primeira Temporada (Download Gratuito)

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Dicas Para Socialização (em qualquer ambiente)

Essa postagem é dedicada para todos aqueles que são envergonhados, solitários-procurando-amigos-pegações, incapazes, otakus nerds, gordos-com-baixa-auto-estima e pessoas que realmente possuem baixa auto-estima. Preparados? Espero que sim, porque se seguirem minhas dicas, serão os mais requisitados, populares e, com sorte, os maiores chapados da face do planeta Terra. Ah, e o pior que pode acontecer é você acordar em um iate na Baía de Guanabara sem seu cabaço, com uma garrafa de champagne enfiada no cu e grávida (para mulheres)/ com AIDS (para os viados).


A maior dificuldade para esses perdedores é não saber como começar um papo. Na simulação a seguir, explico como usar artifícios corretos para iniciar uma conversa com um estranho (a). CUIDADO! Siga exatamente o que eu escrevo, ok? Não me responsabilizo por brigas de rua, espancamento nazista ou estupros sem hora marcada.


No Ônibus


Nazaré (nome fictício) entrou no ônibus e se sentou na poltrona da janela. A vaga ao seu lado era a última do ônibus lotado de peões de obra, viciados em haxixe e prostitutas de baixo calão. Minutos depois, após aguentar risadas infelizes de chapados e reclamações de peões sobre como o motorista é lento, um cara totalmente bonito se senta ao seu lado depois de embarcar (?) no ônibus (ou seria no navio negreiro? — não foi uma piada racista e sim uma analogia com a forma com que os escravos eram transportados, o que não é muito diferente de hoje, no transporte público)


Quando a colônia Carolina Herrera for Men encheu seus pulmões, alguma coisa aconteceu com Nazaré: seus pêlos se eriçaram e alguma coisa molhada escorreu por sua calcinha. Ela não estava no ciclo menstrual, então não foi sangue. Mas isso não vem ao caso, caros leitores. Vamos ao que se deve fazer (aprenda com a Naza):


1) Pegue moedas da carteira sem deixar que alguém do ônibus olhe (assalto é perigoso com pessoal de baixa renda). Finja que está contando moedinhas (mas não use o dedo indicador porque é coisa de pobre). Quando perceber que ele não estiver olhando, deixa-a cair no colo dele:


— Perdão!


— É sua?


— Sim... — ele entrega a moeda para ela — Muito obrigada.


Ele sorri e volta a fitar o vazio. Nunca deixe o assunto morrer! JAMAIS!


— Qual é o seu nome? — ele a lança um duvidoso olhar de desconfiança (quanta repetição). Para parecer desinteressada, ela diz: — Não é por nada, é porque eu juro que já te vi em algum lugar. Não foi em um filme erótico, foi?


— Perdão? — ele ergue uma sobrancelha.


— Sabe, aquela cena em que a mulher faz um “V” com as pernas de saracura e o cara fica fazendo movimentos de surfista, saca? Tipo, ele passa “parafina” nela como se ela fosse uma “prancha”.


O homem a olha esquisito, mas ela entende que o olhar esquisito é um “gostei de você, vamos fazer essa cena no meu quarto... bem, meu quarto não, porque eu divido com a minha mãe, irmã e sobrinha, mas como meu cunhado tá preso, elas foram passar um tempo com ele na cadeia. Amo minha família, ok?”.


— Desculpe-me, mas eu acho que você está me confundindo...


— Não precisa se envergonhar, garotão! — ela exclamou rindo — Eu sei como é a necessidade de ter que fazer esses tipos de filme. Quando eu tinha catorze anos eu resolvi fazer um filme desses pra comprar heroína... sei como são nossos pequeninos vícios. — Ela volta a rir escandalosamente.


O homem, muito discreto, se levanta e prefere ficar de pé no ônibus já lotado, ao lado de homens fedidos e sujos de poeira. Nazaré entende o afastamento como “tô me afastando pra você não ver meu tesão.” Ela grita:


— MEU NOME É NAZARÉ! QUANDO NOS VEREMOS DE NOVO?


Um forte estalido metálico ecoou no ônibus. Nazaré nunca teve a resposta, pois um viciado em haxixe a confundiu com uma batata-Tarso (aquele da novela) falante e atirou na cabeça dela com uma escopeta dobrável enquanto ria esfumaçado. He he.


Viram? Ela morreu, ok, mas viveu um bom momento de socialização. Faça como Nazaré: SEJA GATAFATAL. Numa outra oportunidade colocarei a segunda lição, agora para os homens. O que acham? MUUUUAAAAHAHAHAHAHAHA


beijos, abraços & flashes!


Enrique Coimbra (que não tem mais o que postar e fica escrevendo essas babaquices imbecilóides. Na verdade, eu estou exausto mentalmente, mas não quero abandonar o meu querido diário super útil, que é o meu blog! WTF)

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Dançou o Leite Raposado... Ih, Misturei as Expressões!

Eu estava relendo uma das minhas revistas Recreio que não foram parar na mão de crianças loucas (sim, eu colecionava e tinha centenas de exemplares, que agora pertencem aos meus sobrinhos) quando me deparei com a coluna Fique Ligado! falando sobre o surgimento de algumas expressões meio, digamos, não usadas no ano de 2009. Então eu resolvi dividir com vocês o surgimento pela revista e um exemplo de uso.



Largar o Osso


Essa todo mundo conhece. Surgiu numa fábula imbecil chamada o Cão e o Osso, onde o cachorro nem um pouco racional, com um osso na boca, acaba vendo seu próprio reflexo num rio e achando que é um outro cachorro, decide ROUBAR o osso do reflexo, mas quando abre a boca o seu próprio osso cai na água e vai embora. Além de BURRO o cachorro é LADRÃO. Quem falou que fábula é pra criança?!


— Exemplo com LARGAR O OSSO:

1) Bem, apenas olhem o JOSÉ SARNEI (é com "I"?).



Chorar o Leite Derramado


Essa é triste, é tipo The O.C. para crianças: na história A Camponesa e o Balde de Leite, a garotinha ruiva e feliz decide ir vender o leitinho da teta da vaca no mercadão. Só que, no caminho, enquanto sonha com o dinheiro que vai ganhar e comprar a casa própria ou o Total Shape, a garota tropeça (KKKKKKKKKKKKKKK) e derruba todo o seu leite no chão, ficando com uma puta cara de cu, toda ralada e chorando como uma bichinha.

— Exemplo com CHORAR O LEITE DERRAMADO:

1) No primeiro exemplo, falaremos de uma prostituta muito puta: ela foi pagar um ballcat no cara e, quando ele chega ao clímax, ela tira a boca do órgão e deixa todo o conteúdo branco escapar. Ela se põe a chorar por ter deixado cair todo o material genético. Coitada da vadia.

2) Nesse é a menina de dezesseis anos que vai transar pela xota pela primeira vez e, MARQUEM BEM O QUE VOU ESCREVER, sem camisinha! Depois de quatro meses, descobre que está grávida e chora como uma cadela depois de ser expulsa de casa pelo pai que abusava dela desde os catorze anos. Chorou o leite derramado.

Fingir-se de Morto

Saiu da história Os Viajantes e o Urso. Obviamente o urso aparece no meio do caminho (como aqueles vilões de filmes de terror) e um dos amigos (a passiva) grita e sobe numa arvore. O ativo, muito acostumado, resolve fingir-se de morto. O urso, burro como uma porta, vai embora sem ganhar merda alguma por aparecer na história (e os direitos do cara?!).


— Exemplo com FINGIR-SE DE MORTO:

1) A mulher, depois de casar com um carinha de cabelos negros, reluzentes e lisos descobre, depois de vinte anos de casada, que o cabelo CAI SIM! O cara mal tinha uma ereção, mas a forçava a fazer. Um dia, muito esperta e após ler a história do ursinho imbecil, resolveu dizer que estava com dor de cabeça. Funcionou.

2) O cara casou com uma ninfomaníaca e já estava ficando com o piru esfarelado. Disse que tinha AIDS e se separou. Ele se fez de bobo, não?



Querem mais? Pra mim já chega... ô coisa imbecil essa, hein! Eu ainda não tenho educação alguma e falo mais palavrão do que a nossa falecida esposa de Tutácomamão (sabe, aquele faraó de quinze anos, o Tuthankamon, sei lá como escreve) Dercy Gonçalves (que Clodovil a tenha) AHAUHAUAHA Ok, bom dia pra vocês e usem bastante as expressões! USEM MUITO!



beijos, abraços & flashes!

Enrique Coimbra

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

O Que Você Fez?

Faltam quase três meses para o fim do ano de 2009. Não sente como passou rápido? Não sente como o tempo parece ter escorrido por entre seus dedos sem te dar a única oportunidade de segurá-lo por mais algumas horas, dias ou semanas? E o que você fez? Se arrepende de não ter aproveitado o tempo como deveria? Se arrepende de ter aproveitado-o demais?


Não sei por que me deu vontade de escrever sobre o tempo. Como alguns sabem, quando eu ouço os The O.C. Mixes, alguma coisa no meu estômago congela. É como se tudo que eu já passei voltasse a vagar pela minha cabeça e coração. Tudo que aconteceu durante todo aquele tempo de seriado na minha vida resolve me assombrar, me fazer lembrar de como as coisas eram melancólicas, tristes, sofridas e, principalmente, molhadas. Não molhadas de tesão, mas sim de lágrimas.


Quando decidi mudar (no ano passado), fiz com que esse ano fosse o melhor ano da minha vida. Deixei para trás os fantasmas que me cortavam, decidi não chorar por quem não merece e disse pra mim mesmo “não desista! Você pode! Você vai conseguir!”. Olhe para mim hoje. Tô com uma carreira linda, rica, polêmica e poderosa em meu futuro, com o bolso pronto para ganhar milhares de reais e 70% menos tristeza do que em meus 15 anos de vida (faço 17 dia 11 de setembro, vou deixar a lista de presentes no blog e Orkut, pra quem quiser me dar oktosemgrana).

As pessoas que me conheceram aos quinze anos mal me vêem hoje em dia. Os que ainda conseguem me ver, já não me vêem mais como antes: eu sou outra pessoa. 98% do tempo com um sorriso e piadinhas sexuais, assuntos polêmicos e com um brilho que afasta a tristeza daqueles que estão de olhos abertos para absorver essa luz. Eu sei que posso afastar essa tristeza. Nós podemos.

É por isso que eu logo dou um toque: quer experimentar alguma droga? O FAÇA! — desde que não fique viciado, por mim tudo bem. Acha que a vida não abre portas pra você? AS ARROMBE! Acha que ninguém nunca vai se interessar por você? MOSTRE INTERESSE POR ALGUÉM! Se acha gordo? EMAGREÇA! Galera, nós podemos fazer qualquer coisa, então por que perder tempo chorando o leite derramado (um dia eu tiro uma postagem falando de onde essa expressão saiu)? Não se mover achando que nada vai dar certo é a desculpa dos PREGUIÇOSOS — conscientes ou não — que ficam esperando que tudo de bom caia do céu e ainda se surpreendem quando só cai METEOROS. Acreditem, um raio cai sim no mesmo lugar mais de uma vez.


Então não fique parado! Corra atrás! Tenho uma amiga que não se dá bem com mãe (é você mesma, desculpe). Diz que a mãe a trata mal e tal. Tudo bem, eu sei que é assim, mas na maioria das vezes que sinto sua mãe legal, a minha própria amiga se torna uma pessoa ignorante e totalmente égua, falando com a mulher de maneira equina. E não é só com a mãe. A vejo falando de forma grosseira com o pai e a irmã. Amiga, como você espera ser tratada de uma maneira melhor?


Antes de o ano acabar, vamos colocar na balança o que realmente queremos. Projete seu caminho. Corra atrás de um emprego, saia mais e encontre pessoas que poderão se tornar seus amantes ou use a internet a seu favor. Não deixe que o seu ano seguinte seja uma merda e esse ainda dá pra consertar. Sei do que estou falando porque eu consertei a minha vida. Daqui a alguns anos, quero ver no rosto daqueles que duvidaram de mim a surpresa. É uma das coisas que me enchem de combustível pra seguir.


beijos, abraços & flashes!

Enrique Coimbra (que ouve os Mixes quando está feliz e acaba percebendo novas coisas na tristeza que as canções me trazem)

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

OI

Só pra avisar que não pstarei nada de últil hje (e a letra "O" d teclado dificilmente está send digitada e digitalizada).

Gostaria de agradecer a citação do Mayck em seu blog. Gost da forma que escreve, cara!

E quer dizer q amanha eu pstarei alguma cisa que ainda n decidi. Sugestes?

Que merda affcu

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

MAS QUE PORRA?!

Cara, já parou pra pensar em que porra de ciclo nós nos metemos? São centenas de reais para pagar pequenos show de artistas — muito — famosos, mais centenas de reais (se não milhares) com roupas, milhões gastos com impostos que raramente são usados a nosso favor e, principalmente, mais alguns milhares de reais apenas para impressionar as pessoas. Tirando o fato de quando fazemos coisas só pra isso, para impressionar.

Tudo bem, quem nunca gastou uma grana fodida com um maldito show daquela banda maravilhosa ou artista que você tanto ama? Mas, você já parou pra pensar o porque de você gostar tanto daquele cacete? O cara nunca vai te conhecer intimamente e ele nem sabe que você, caro leitor(a), existe. Idolatramos ícones produzidos e manipulados que acabam por nos manipularem em seus grandes sistemas milionários. Caimos como grandes patos bestas por duas horas de música ao vivo — exclua a Britney disso — de um cara que fica olhando para o nada (você acha que ele olha pra alguém específico por carinho?) e que, após o show, nem pra te dar um tchau decente!

E as roupas? Caraca, queremos ficar bonitos e nos arrumar para que OS OUTROS reparem na gente! O que é isso? Desespero? Falta de sexo? Ou será que acabamos afetados pela fumaça dos carros das cidades? É claro que existem peças que nós adoramos, mas se você parar pra pensar, não estará comprando pra você, de qualquer forma. Você já se imagina pensando em como vai ficar na peça, ou seja, como irão te ver! MELDELS QQISO//?/

Os impostos são frutos de todas as nossas compras — menos no camelô, eu creio — e nós ainda tomamos um puta calote! E o que a gente pode fazer contra isso? Sentar e olhar nosso dinheiro dizendo: “ei gato, até mais! Vou ferver no bolso de alguém pra ver se eu descolo alguma coisa realmente quente! CCGURA!”

E quando a gente deseja aprender francês só pra dizer que sabe falar francês? Pô, tem coisa mais idiota do que isso? “ARREVUARTE!” (KKKKKK eu ri disso), diria a pessoa imbecil e, para completar o fato de ela ser imbecil, ninguém ia entender porra nenhuma ficando como o vírus na gripe suína, parados no espaço com cara de palermas. Sabe por que essa gente faz de tudo pra aparecer? Porque tem gente que assiste! Tem gente pobre que faz pose de rico, tem gente rica que faz pose de humilde, tem artista que faz comercial pro Criança Esperança e NÃO DOA NADA! GEMT QQTA ACNTSENOD?/1!1 EL NOA CEI + QEN SOL!11! STOL SCREVNOD EN TIOPS!1!!

Por que escrevi este cacete? Porque eu estou cansado de ser feito de imbecil pelas pessoas que nos manipulam e modificam vírus pra vender remédio pra ereção — ou seja, Viagra. Não tem nada a ver com nada neste mundo e todos nós (eu, você, sua mãe e o nosso querido presidente-burro-cachaceiro-e-analfabeto Lula) somos vítimas deste maldito esquema onde até quem rouba é roubado. CHEGAAAA! CHEGAAAAA! –stol revoltads falay

beijos, abraços & flashes!

Enrique Coimbra

Pra você que não entende TIOPÊS:

MELDELS QQISO//?/ = Meu Deus, que que é isso?

CCGURA = Se segura

GEMT QQTA ACNTSENOD?/1!1 EL NOA CEI + QEN SOL!11! STOL SCREVNOD EN TIOPS!1!! = Gente, que que está acontecendo?! Eu não sei mais quem sou! Estou escrevendo em tiopês!

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Desabafando

AVISO IMPORTANTE!

Deixando claro, quero dizer que o fato de eu estar escrevendo esta postagem é para aliviar de minha alma um peso que carrego faz tempo. Nunca o expressei por medo de ser criticado e julgado como DRAMÁTICO, SANTINHO ou pelas acusações de que ESTOU ME FAZENDO DE VÍTIMA PARA CHAMAR A ATENÇÃO DAS PESSOAS.

Se você quer ler, vá em frente. A postagem é longa, mas é um pedaço de mim que eu estou cortando de vez. Quer saber o que é?

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Por mais que não pareça ou por mais que eu raramente demonstre, eu admito agora que eu sempre sofri. Tudo bem, quem não sofre? Sempre carreguei mais dores do que alegrias e, o pior, era que ninguém ligava. Ninguém se importava. Tive pouca atenção dos meus pais durante a infância e quase nada na adolescência — minha fase atual. Tenho amigos com os quais eu adoraria desabafar e contar sobre como essas feridas ainda me machucam uma vez ou outra, mas eu os conheço. Sei que não levarão a sério e que, se bobear, ainda zombarão de mim. Por isso, aqui no blog, ninguém vai poder me impedir de falar o que eu quiser falar.

Eu sempre fui ingênuo. E, por mais incrível que pareça, eu continuo ingênuo. Essa minha imagem de manipulador, apesar de eu realmente possuir o talento da manipulação, é só uma máscara, uma armadura. É como se eu tivesse um cartaz colado na testa, escrito: “Tenho uma pistola carregada, me fode e eu te chumbo!”. Essa carapaça é para que ninguém me sacaneie outra vez. E aí, quem acaba sacaneando por medo de ser sacaneado, sou eu. Depois de tanto ser traído por “amigos próximos” virei meio que uma pedra. Não chego a ser (muito) frio, mas eu realmente tenho uma dificuldade enorme pra expressar o que eu realmente sinto. O que eu demonstro é, tipo assim, 10% do total.

Acham que só porque eu tenho olhos verdes eu estou sozinho por opção, mas não é.



agradeço ao Maciel pelos elogios! Espero te ver por aqui!

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Como Conseguimos Amar Quem Não Conseguimos Tocar?

Hoje em dia passamos tanto tempo em frente ao computador, navegando na internet, papeando em chats de fóruns e janelinhas de barulhinho enjoado dos messengers que acabamos por criar certos, digamos, laços com pessoas que nunca vimos na vida real. Desenvolvemos carinho, atritos, entendimento etc apenas com o fato de passarmos algum — ou nenhum — tempo conversando com tal pessoa. Em casos mais extremos, encontramos um sentimento que deveria servir apenas para relacionamentos físicos, no qual podemos tocar e conviver com nossos parceiros diariamente: o AMOR.

Eu, por exemplo, tenho amigos que conheci através da internet que guardo em mim como se estivessem tão presentes como nunca. Quem acompanha o blog sabe quem são eles (Mari, Celina, Renato, Alan etc). Quando desenvolvemos amor por pessoas que não podemos tocar pela simples existência da distância — e do elevado preço que uma viagem pode oferecer —, deixamos de lado certos preconceitos e aprendemos algumas virtudes que jamais havíamos conhecido. Encontramos nessas pessoas o que as mais presentes (fisicamente) nunca puderam nos dar: compreensão, amor, companhia e paciência.

Essas pessoas são aquelas que lêem nossos desabafos em dias ruins, têm tempo para pensar no que responder e, geralmente, respondem exatamente o que poderia nos ajudar. Mas, o que mais dói nesse tipo de relacionamento, é o fato de não podermos sequer oferecer um apertado e quente abraço amigável. Sofremos pelo fato de não podermos escutar tal pessoa falando sem ter aquela voz robótica de caixa de som. Sofremos por não podermos experimentar o que é ser envolvido nos braços de alguém que te ama quando você se encontra sozinho em seu quarto em uma noite chuvosa, quando todos aqueles que você poderia contar não podem/querem estar ao seu lado.


De qualquer maneira, o que machuca mais do que qualquer outra coisa, é quando nos pegamos amando tal pessoa de outra maneira. Não mais como uma amizade virtual, mas como um grande amor real. Percebe-se isso quando você chora desejando, nem que por um segundo, o toque e o suave beijo de quem se ama; quando a distância deixa de ser um empecilho e se torna a fonte de todos os seus pesadelos. É quando você começa a buscar em outras pessoas parecidas com aquela que você ama, o gosto da boca, o cheiro... o toque. A companhia. E você ainda se choca quando não consegue amar mais ninguém a não ser aquela figura virtual que te inspira tanta vontade de viver.


Com a internet, o celular, as conversas por vídeo ou áudio e as SMS, estamos muito mais conectados, mas o fato é que nós nunca estivemos tão sozinhos e desesperados por carinho, atenção e uma participação mais ativa de alguém em nossas vidas.

Decidi escrever esta postagem pois eu percebi que a minha felicidade mora a quilômetros de mim e que nós não poderemos ter um futuro juntos porque a minha vida depende do Rio de Janeiro.

E eu não posso nos sustentar — ainda – oi


beijos, abraços & flashes!

Enrique Coimbra (morrendo de sono porque não me acostumo a acordar cedo pra ir pro caralho que é o colégio)

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Virgindade, Gripe & Outras Coisitchas

Que saudade! Nossa, parece que foi uma eternidade, não é mesmo? Durante todo o meu período “estou-de-férias-posso-ficar-acordado-até-a-manhã” eu só pensava no blog. Todas as novas experiências e diversões eram uma programação mental sobre o que escrever. E, dessa vez, por não saber exatamente sobre o que escrever — cadê a novidade? —, eu decidi escrever sobre a virgindade (é, porque tem gente que acha isso estranho), Influenza A (ATCHIM!) e sobre como NÃO fazer uma festa porque seus amigos são pobres e você é muito pervertido (por mais que seja virgem). Segurem suas ceroulas, porque eu voltei para deixar todo mundo nu.

Sério Que Você é Virgem?!

Muuuito sério! Mas que porra! No domingo, dia 26, eu resolvi ir ao picnic Yaoi para rever um grande amigo (que está menor do que eu! MUAHAHA!). Chegando lá, ele resolveu se atrasar, pois nem sabia que eu ia (eu ia fazer surpresa). No mesmo lugar, conheci um pessoal legal e revi outros legais também. Quando tocamos no assunto virgindade me zoaram HORRORES por ser virgem. É claro que eles já são uns, tipo assim, rodados.

Engraçado como as garotas agem diferente dos garotos nesse sentido: a) enquanto o garoto encara como uma coisa MUITO estranha e completamente inexistente b) as meninas tratam como se o cara fosse o anjinho mais puritano do mundo, loucas para retirarem educadamente — ah, tá bom — o cabaço dele. Meldels, entrei em choque, sabiam? Não era nem a zoação em si, mas o fato de eles acharem que uma pessoa que não sente vontade de transar é ANORMAL. Ok, né, cada macaco no seu galho...

INFLUENZA A-Tchim

Como eu sou um estudante da rede pública (KKKKKKKKKKK –torimd) só voltei às aulas hoje por causa de uma parada legal da gripe. Muito legal seria se as escolas fechassem de vez. Não, eu não estou com essa porra de gripe suína — ronc ronc — e eu me cago de medo de pegá-la porque EU ODEIO HOSPITAIS! Públicos, particulares, anelares, ataris... todos são a mesma merda. Não, não estou falando do serviço e atendimento e sim pelo fato de POSSUIR MÉDICOS MONSTROS!

Assim como dentistas desalmados, existem médicos desgarrados. Depois da minha operação no pé — oi — nunca mais eu fui ao médico. Minto... eu fui, mas foi pra pegar um atestado falso com um conhecido para não ter que comparecer ao colégio XP

- Como foi a festa? – Que festa?

Lembram da pequena — pequena? — house party que eu ia fazer? Então, queridos, não fiz. Os motivos?

1) São Paulo apareceu no caminho e o pessoal achou que ia virar putaria, então ninguém ficou alerta a isso, por mais que TIVESSE avisado que IA voltar a tempo.

2) Amigos que não podem se sustentar não tiveram a grana necessária para pagar as despesas — e como eu sou mão-de-vaca resolvi não pagar PN pra ninguém.

3) A Yohanna e o Rodrigo (pessoas essenciais para o desenrolar da festa) não poderiam comparecer, então adiamos para outubro ou novembro. Se bobear, essa festa nem sai esse ano. O que não vai me impedir de ficar loco, porque eu ligo pra uma galerinha e a gente bebe XIXI se necessário.

Ok, a postagem de hoje nem foi tãaao interessante assim, mas foi só para atualizar vocês, porque eu estou com umas novas idéias para o blog que pretendo colocar em pouco tempo, então estejam prontos.

beijos, abraços & flashes!

Enrique Coimbra